terça-feira, 4 de agosto de 2015

Por onde anda o ajuste fiscal da máquina pública? Só nós, meros mortais, que pagamos o pato?

Porque o ajuste fiscal não chegou no governo? Aliás, porque não SÓ o governo paga essa conta?

Eu não sou contra o ajuste fiscal, pelo contrário, essa é a única forma viável de saída à médio prazo para nossa tão abalada economia. Mas a pergunta que foi feita acima é o ponto principal desse texto. Porque só o povo brasileiro, principalmente nas figuras das classes mais baixas, pagam terrivelmente cada centavo da péssima política econômica do mandato de Dilma Rousseff (2010 – 2014)?

Como todos sabem, nossa ilustríssima e competentíssima presidente Dilma foi eleita presidente da república como qualquer indicação de cargo comissionado no país: por meio de interesse político. Ela foi a presidente da Petrobrás na época dos roubos investigados pela Justiça brasileira e também ministra (outro cargo comissionado). Jogada na presidência, a presidente tratou de demonstrar a nível nacional sua incompetência. Uma das grandes marcas de seu primeiro mandato foi o PAC e a política expansionista de gastar dinheiro como se não houvesse amanhã. Tudo para alimentar o projeto de poder do partido. A “luta pelos pobres” teve como consequência o cenário que vivemos atualmente: inflação disparou, juros mais altos do mundo, desemprego aumentando e o noticiário diariamente divulgando novas informações do maior roubo da história de um país, o Petrolão.

Esse cenário (2015 – até quando?) foi consequência da irresponsabilidade fiscal do ex-ministro Guido Mantega. Agora Levy tenta arrumar a casa. Com medidas não populares, o ajuste tem sufocado as contas de grande parte das famílias brasileiras, principalmente dos pobres (tão defendidos pelo tal governo). A resposta da pergunta inicial é com outra pergunta: É possível arrumar a economia apenas com o “povão” pagando? A resposta dessa é NÃO.

Além de perder em popularidade, a presidente Dilma mostra que não entende de administração pública. Seu efeito de recolhimento maior de impostos e aumento de juros não tem o efeito esperado e pela primeira vez depois de 10 meses de 2º mandato ela está pensando em cortar gastos do governo. Mas calma, se a irresponsabilidade fiscal é DELA, porque ainda temos 40 ministérios? Porque ainda temos mais de 20 mil cargos comissionados? O governo além de cortar seus gastos, deveria diminuir o ajuste fiscal em cima da população, pois não se enganem, o governo brasileiro é um dos que mais arrecadam no mundo, dinheiro para se recuperar da crise não falta, é questão de priorizar as medidas. Eu não sou culpado pela política econômica desastrada do 1º mandato de Dilma, eu sequer votei nela, porque tenho que pagar a conta da incompetência dela e dos roubos da Petrobrás?

Por último concluo que, onde tem governo tem corrupção e onde tem muito estado tem imposto exagerado alimentando as contas de políticos e empresários corruptos.


Menos estado já!

Enfraquecimento ou fortalecimento de Cunha?

Que Eduardo Cunha é uma pedra no sapato do PT acredito eu que para os que acompanham política isso tornou-se óbvio no primeiro semestre de 2015. Mas além de incomodar, o presidente da Câmara provocou um novo sentimento do governo, o de raiva. O PT definitivamente partiu para o ataque direto e Cunha partiu pelo rompimento. Agora é disputa política. Cunha versus Governo.

Após a acusação de ter recebido propina no esquema do “Petrolão”, Cunha deixou bem claro que no segundo semestre da Câmara (que se inicia hoje) o jogo político irá esquentar. O PT, por meio da Procuradoria Geral da União e seu procurador Janot já trataram de colocar no centro das investigações o envolvimento do deputado carioca. A estratégia petista é bem conhecida: o assassinato de reputações.

Agosto será um mês imprevisível tanto para o Congresso quanto para o Planalto, pois as cabeças dominantes agora estão sofrendo mais pressão do que nunca. Nos bastidores fala-se em enfraquecimento de Cunha e no planalto cada vez mais o enfraquecimento da presidente Dilma se torna recorrente. O PMDB tratou de transmitir por meio de nota, que Eduardo Cunha não deixará a presidência da Câmara em nenhuma hipótese.

Uma constatação é certa, esse jogo está longe do fim e na minha opinião a guerra política terá como vencedor o presidente da Câmara. Isso implica indiretamente, como queiram, a saída de Dilma. Isso é só o começo. 

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Redução da maioridade penal? Sim ou não?

Redução da Maioridade Penal: sim ou não?

Esse é um tema polêmico e que está dando o que falar! Pelo menos vemos os brasileiros se articulando mais por assuntos políticos e isso é bom. Aprofundando no tema, o assunto deve ser discutido e votado no Congresso ainda esse ano. O projeto de lei que será analisado reduz a maioridade penal de 18 anos para 16 anos.

MINHA OPINIÃO: Sim a redução da maioridade penal. Porque? Nosso país tem umas dos códigos penais mais brandos para quem comete crimes. Seja para adultos ou “menores”. O que vemos é uma verdadeira farra.

Por vezes vimos o noticiário da televisão onde um criminoso está foragido e é preso por outro crime. Sabe como isso é possível? Graças ao nosso JUDICIÁRIO. Os criminosos encontram muita facilidade para entrar e sair das prisões brasileiras, e não é por meio de fuga meus amigos, é por meio de decisão judicial. Sabe aquele feriadão, dia das mães ou Natal? Os presos possuem o direito de saírem e grande parte deles não voltam. É óbvio! Os mesmos ainda vivem do crime. De dentro da cadeia vários comandam o tráfico ou operações criminosas das ruas brasileiras. E porque quando um deles ganha o benefício de sair iria voltar? Em resumo, esse exemplo mostra como os presos tem benefícios demais!

Outro ponto importante é o tempo de prisão dos menores de 18 anos. Eles simplesmente não ficam “internados” nas fundações por falta de verbas, “bom comportamento” e as vezes sem nenhum motivo são colocados na rua novamente. O trabalho dos policiais e a vida dos cidadãos trabalhadores são comprometidos por causa deles. O que o tráfico faz hoje em dia? Coloca menores para trabalhar para eles. Vender droga, fazer aquela recepção à polícia, cometer pequenos furtos e assaltos nas cidades. É isso que vemos DIARIAMENTE nas notícias. Os próprios menores não respeitam mais a polícia e o judiciário, pois sabem que facilmente vão voltar para as ruas.

Destaco também que, SÓ A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL NÃO VAI RESOLVER NADA, pois como ouvi por aí e concordo, só vamos abarrotar as prisões (já lotadas) e dar uma escola do crime para os menores. O problema é que, esses mesmos menores não vão se reeducar. Já são “grandinhos demais” para não saberem o que estão fazendo. Precisamos de planejamento a longo prazo, pensando nos FUTUROS menores, pois esses aí infelizmente foram criados para isso: cometer crimes. A redução da maioridade penal não é suficiente. O Brasil precisa de leis penais mais DURAS. Sim, que não deem folga para a farra dos criminosos e que IMPONHA MEDO nos criminosos a fim dos mesmos nem sonharem em serem presos. E não falo de tortura ou morte, falo de PRISÃO PERPÉTUA e fim de tantos benefícios alocados gratuitamente a bandidos de alta periculosidade como estupradores reincidentes. Aí que mora o problema, não podemos continuar deixando os criminosos acharem que estarão soltos em pouco tempo ou que o crime compensa. O CRIME NÃO PODE COMPENSAR! Tirou uma vida? Vai pagar com a sua, mas não com pena de morte e sim passando O RESTO DA VIDA NA CADEIA. Isso é justiça e isso funciona.

O armamento civil também é importante. Em países como EUA e Suíça onde a taxa de arma per capita é enorme, a violência é baixíssima. Vocês podem ler a respeito desse tema aqui à 20 FATOS QUE COMPROVAM QUE A POSSE DE ARMA DEIXA UMA POPULAÇÃO MAIS SEGURA (cliquem para abrir)

Por isso as medidas adotadas que poderiam melhorar a situação da segurança pública brasileira:
1)       Redução da maioridade penal (independentemente da idade)
2)       Prisão perpétua (para garantir que o crime não compense)
3)       Privatização dos presídios (o modelo funcionou nos EUA e diminui os custos que os TRABALHADORES tem que pagar para manter criminosos presos)
4)       Revogação dos estatuto do desarmamento (o cidadão ter o direito de auto defesa)


Vou abordar mais desses pontos em posts futuros.  

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Desemprego em 8% e é só o começo...

É amigos, a crise é pior do que se noticia por aí. Podem se preparar pois esse é só o começo. A inflação nas alturas, aumento dos juros básicos encarecendo e dificultando o acesso ao crédito, baixando assim os investimentos e por último: aumentando o desemprego. E quem mais sofre com a péssima gestão que o governo Dilma fez no 1º mandato e os ajustes necessários do 2º são justamente as pessoas que o partido tanto defendem, os trabalhadores de baixa renda – os pobres. A situação é ruim. Desde 2012 essa é a pior taxa de desemprego trimestral. E a indústria nem começou a demitir de verdade, ultimamente vimos montadoras dando férias coletivas aos trabalhadores mas uma hora a bomba vai explodir e a situação ficará insustentável. Como disse, podem se preparar, 2015/2016 serão anos duros!

Pátios lotados e poucos consumidores forçaram
montadoras dar férias coletivas para adequar a sua produção à demanda 

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Parabéns "contribuinte". 151 dias de trabalho para o Governo!

Para quem ainda não soube, saiba agora. O brasileiro trabalhou até ontem (31/05) para pagar os impostos ao governo. Foram míseros 151 DIAS para pagar os impostos de preços nos produtos e serviços, como o ICMS, PIS, COFINS, IPI, ISS e outros como IPVA, IPTU e ITMCD além de IRPF e Contribuição Previdenciária e por último ainda arca com as despesas de limpeza, coleta de lixo e iluminação pública. Ufa! Achei que não fosse acabar mais.

Agora você tem noção do que o estado brasileiro faz com você? Te escraviza. Sim, você é servo do Estado. Te chamam de contribuinte mas que contribuição é essa que a pessoa é obrigada a pagar? Como assim? Amigos, o estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação intitulado de “Estudo sobre os dias trabalhados para pagar tributos” mostra com detalhes a relação de ROUBO que o governo tem conosco. Pagamos mais tributos que Alemanha, Bélgica e Hungria. E estamos quase no nível Noruega. Interessante comparação, assim quando se trata de arrecadação nosso país é nível Europa. E o retorno? Deixa para lá. Isso nós sabemos na prática. O trabalhador brasileiro fica refém de serviços terríveis e o “contribuinte” de classe média é o que se dá mal na história. Paga todos os impostos que você imaginar e ainda tem que pagar pelo mal serviço prestado do Estado, assim acaba contratando planos de saúde e educação particular para a família.

Deixa eu entender melhor: Eu pago 5 meses de trabalho pro governo, ou seja, 41,6% do meu rendimento anual e não consigo usar um serviço ao mínimo digno e/ou adequado de educação, saúde, mobilidade ou segurança pública. E a cada ano que passa, os impostos AUMENTAM. E porque tem gente que reclama da sonegação? O problema não é esse! O problema é que a única função de uma máquina de governo burocrata e inchada como a brasileira é: ROUBAR.

Pra onde vai tanto dinheiro? Arrecadação aumentando e serviços públicos piorando?!
Por isso sou adepto do LIBERALISMO ECONÔMICO. Temos esperança de que nosso Estado possa diminuir de tamanho e adotar práticas diferentes. O povo brasileiro precisa disso. Não precisamos de mais de 500 deputados federais, milhares estaduais, milhares de vereadores, 40 ministérios (QUARENTA!!!), milhares de secretarias, se o serviço continua sendo PÉSSIMO. O que nós precisamos é redução da influência do estado nas nossas vidas. Precisamos trabalhar e comprar o serviço que nós quisermos e não sermos obrigados a colaborar com o Estado mais CORRUPTO DO MUNDO. As funções do estado tem de diminuir. Educação básica, saúde público-privada por meio de vouchers, mobilidade urbana e segurança pública. Essas são as funções do Estado que precisamos. Talvez comecemos a prosperar. Acreditem. Do jeito que está, NÃO DÁ. PRECISAMOS MUDAR. CANSAMOS.   


Anexo: https://www.ibpt.org.br/img/uploads/novelty/estudo/2140/ESTUDODIASTRABALHADOSEDICAO2015.pdf 

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Rejeitaram o "distritão"

A proposta do voto por distrito foi rejeitada na Câmara na terça feira (26/05) e a reforma política que nosso país precisa ficou igual como antes, voto proporcional. Por 267 votos contra a 210 a favor a Câmara disse não ao modelo em que deputados e vereadores seriam eleitos de acordo com a quantidade de votos recebidos, no sistema majoritário.

Minha opinião: é questão de justiça, quem recebeu mais votos vai para a casa dos legisladores. Argumentos contra o "distritão" eram de que a proposta iriam prejudicar a solidariedade política e os candidatos que mais recursos materiais e financeiros investissem iriam prevalecer. Mas isso já não é o que acontece? Apesar do voto proporcional prejudicar a população, os candidatos fazem campanhas absurdamente caras com dinheiro vindo dos partidos ou de doações. A intenção de quem é contra o voto distrital, é manter no poder os políticos que ganham a votação na marra, pelo nome do partido e não pela sua capacidade política e pessoal. O político tem que ser autônomo. Tem que construir seu próprio nome. Qualquer profissional liberal faz isso, porque não os políticos? Em Pernambuco, Edinho Silva (PSOL/PE) por diversas vezes foi um dos vereadores mais votados da cidade e bem votado também para deputado estadual, mas por conta do voto proporcional ele sequer assumiu o mandato. Isso é justo? a política não pode ser um meio de vida ou carreira. Repito, quem recebeu mais votos deveria assumir seu mandato e fazer valer seus votos representando seus eleitores.

Deputados aprovam doações de empresas a partidos e fim da reeleição

Por 330 a 141 e uma abstenção a Câmara dos Deputados aprovou a PEC 182/07  de autoria do deputado Celso Russomano (PRB/SP) que prevê o financimento privado de campanhas com doações de pessoas físicas e jurídicas para os partidos políticos e doações de pessoas físicas para os candidatos e assim a Câmara fechou o tema "financiamento de campanha". 

Em minha análise pessoal, os deputados acertaram, pois sabemos que o fundo partidário é simplesmente uma quantia de dinheiro absurda "patrocinada" compulsoriamente por todos os brasileiros. A doação de empresas para os partidos é justa, assim a legenda consegue distribuir entre seus candidatos a quantia necessária para as campanhas e diminui a tentativa de "caixa 2" nas eleições. Já a doação de pessoa física para os candidatos é a mais importante. Porque? Porque o brasileiro, o cidadão, tem que apoiar quem ele quer. Se eu apoio uma causa de um legislador e for de minha vontade apoiá-lo financeiramente, devo ter o direito de fazê-lo e não ser obrigado a "contribuir" com todos os políticos sem ao menos nem conseguir saber suas propostas. 

Quanto a reeleição, a Câmara aprovou o fim da mesma para os cargos de presidente, governador e prefeito. Medida importante para ajudar a alternância entre candidatos e partidos. A Câmara também poderia avaliar a reeleição de seus legisladores. Em minha opinião, os deputados federais deveriam ser reeleitos apenas uma vez e com um intervalo de um mandato poderiam se candidatar novamente. Não precisamos sustentar eles a vida inteira, é preciso acabar com esse achismo de que eles podem fazer carreira e viver disso, até porque a intenção do deputado é ajudar os cidadãos e fazer leis em benefício para a sociedade, mas esse processo não precisa se estender por mais de 8 anos. 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

PNPS aguarda decisão de relator na CCJ

Chegou ao Senado Federal o PDS 147/14, do deputado Mendonça Filho (DEM-PE), que susta o Decreto 8.243/14 que Institui a Política Nacional de Participação Social (PNPS), conhecido como "conselhos populares".
Na Câmara dos Deputados foi aprovado o PDC 1.491/14 na última terça-feira (28) e pode entrar na pauta do Senado nesta semana, já que senadores planejam apresentar requerimento de urgência para a votação.
Foi designado como relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), do Senado Federal, o senador Pedro Taques (PDT-MT). Após análise na CCJ a matéria segue para votação no plenário do Senado Federal.

Assim como na Câmara, o Senado - como já disse Renan Calheiros (PMDB-AL) - deve aprovar também a PDS que cancela e anula o decreto presidencial sobre a PNPS e os chamados "conselhos populares". 

Vou explicar o que penso desse decreto: Trata-se de um absurdo, que como disse o deputado Mendonça Filho (DEM-PE) sucateia o congresso nacional, tira toda a legitimidade do poder da câmara e do senado, favorecendo grupos ligados ao governo dominante a possibilidade de participar desses conselhos. O que aconteceria? Vamos aos grupos que iriam participar: MST (agora com influência venezuelana), CUT, UJS e outras frentes de esquerda. Quem já fez os conselhos populares? Venezuela. EUA fez? Alemanha fez? França fez? Não me parece uma coisa tão "popular" assim. Pois deixo claro, sou contra qualquer tipo de decreto ou lei que ameace a separação dos três poderes. 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Reunião das lideranças do PSDB

Ontem (05/11) aconteceu a reunião da comitiva do PSDB com representantes de todo o país em Brasília. O líder da reunião foi o senador Aécio Neves, que cumprimentou todos os presentes com o primeiro discurso para o partido depois que foi derrotado nas eleições presidenciais. 

Na reunião, foram colocados em pauta como o partido saiu fortalecido da disputa eleitoral recente e como o PSDB pode formar uma forte oposição, tanto no Senado como na câmara. 

O PSDB de Pernambuco foi representado pelo deputado federal Bruno Araújo e pelo vereador André Regis. 

Abaixo segue links dos vídeos da reunião e também do pronunciamento do senador Aécio Neves no plenário, onde ele critica a presidente e promete fazer uma dura oposição em nome dos quase 51 milhões de eleitores que votaram no tucano.

PSDB - A FAVOR DO BRASIL

Trecho da reunião da executiva: https://www.youtube.com/watch?v=mrqNq03YP9Q

Comentários de outros senadores para Aécio Neves: https://www.youtube.com/watch?v=NDFVUIE10G4

Discurso de Aécio Neves: https://www.youtube.com/watch?v=LJUcg6F6bgs




Câmara aprova MP 657/14

A câmara aprovou ontem (04/11), a Medida Provisória que cria regra para nomeação do diretor-geral da Polícia Federal. Isso muda o regime atual que era de livre nomeação e exoneração pelo presidente da república. Se passar pelo senado, essa MP tornará o cargo de diretor-geral da PF privativo de delegado da classe especial (último nível de carreira). Assim, o diretor terá que ser um bacharel em direito e com no mínimo funções de 3 anos de atividade jurídica ou policial. 

Outra emenda aprovada na medida, foi a do deputado federal Bernardo Santana (PR-MG) que estabeleceu que a direção das atividades periciais do órgão sejam realizadas por peritos criminais. 
Para o deputado federal João Campos, relator
da proposta, a MP não é de nenhuma categoria da PF e sim “da instituição da Polícia Federal, que é do Estado brasileiro e da sociedade e de nenhum governo”.

Organizar a Polícia Federal é exatamente o que precisamos. Está mais do que na hora de a PF ser um órgão independente e que não sofra influência do governo, pois se trata dum órgão de defesa com o maior poder de investigação no país.